domingo, 6 de novembro de 2011

REFLETINDO SOBRE PROJETOS NA ESCOLA II

A partir das leituras dos textos das páginas 23 a 26 do eixo 1,podemos refletir que o desenvolvimento de projetos implica os seguintes aspectos: construção, participação, cooperação e articulação. Não existe o “dono do projeto”, professores e alunos são sujeitos da aprendizagem, parceiros, trabalham juntos, desde a elaboração do projeto até às descobertas das dúvidas originadas no início desse trabalho.Por essa razão as autoras enfatizam que o projeto jamais pode ser uma “camisa de força”, pois tem essa concepção de flexibilidade.” Se fizermos do projeto uma camisa-de-força para todas as atividades escolares, estaremos engessando a prática pedagógica” (ALMEIDA, 2001).
Prática pedagógica, eis a questão? É um grande desafio para o professor, trabalhar as dúvidas provisórias, as questões de investigação, curiosidades. Pois o mesmo deve deixar o papel de detentor do conhecimento e ser um articulador, mediador das  informações e indagações dos alunos e ajudá-los a transformar em conhecimento. Por outro lado, nós professores temos ainda o desafio de integrar as tecnologias a nossa prática pedagógica de projetos, as autoras Almeida e Prado ressaltam na página 23 que “O conhecimento do ponto de vista técnico e pedagógico sobre as especificidades e implicações envolvidas no uso dos recursos tecnológicos dá ao professor condições de elaborar seus projetos de sala de aula incorporando de maneira significativa a tecnologia aos conteúdos curriculares, envolvendo questões transversais e dando o caráter interdisciplinar ao conhecimento tratado na globalidade em seu fazer pedagógico”.
Portanto, necessitamos compreender o potencial pedagógico dessas tecnologias para integrarmos as tecnologias  com objetivos, clareza à prática de projetos a fim de promover um espaço de debate, socialização e construção de conhecimentos.
Temos ainda outra, questão na página 26, como avaliá-los durante o projeto? As autoras nos instigam a pensar em avaliação dialógica, que prevaleça  um acompanhamento contínuo dos processos de construção de conhecimento e aprendizagem do aluno. Levam-nos ainda a refletir sobre o processo avaliativo de acordo com os preceitos de Paulo Freire. Quem avalia? Para que avaliar? O que avaliar? Como avaliar? Quais são os critérios de avaliação?
  Dessa forma podemos juntos (alunos e professores) elencar categorias para essa avaliação tendo como base o diálogo de todos os autores envolvidos.


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